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Educando por instrução

“Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.” Deuteronômio 6:6,7.

Uma das formas pela qual todos nós aprendemos é pela instrução. Se você dirige e aprendeu a dirigir em uma autoescola, você deve se lembrar que no início o instrutor dava uma série de comandos para que fosse possível a você ligar o carro e deslocar-se com ele por poucos metros. Com o passar do tempo, pela prática, não precisamos mais dos comandos de alguém, e nem de nós mesmos. Dirigimos como se estivéssemos no piloto automático. Sequer olhamos os pedais para conferir em qual deles iremos pisar. Mas, no início, foi necessário receber a instrução.

Através de palavras ensinamos às crianças não apenas o que elas devem fazer, mas também o que elas são. Muitos pais vivem uma vida inteira sem pensar nisso.

“Que menino terrível!”

“Ah, você está impossível”

“Sua burra, vá estudar!”

Eu já ouvi pais e avós cristãos proferirem essas e outras palavras. Que tristeza. Talvez eles não saibam, mas nesses momentos eles estão influenciando diretamente a autoimagem de seus filhos. E depois não entendem porque a criança tem comportamentos cada vez mais inadequados, ou vai de mal a pior na escola.

Nos lares cristãs os lábios devem ser santificados, e as instruções devem vir diretamente da Palavra de Deus ou estar em harmonia com ela. Seja na hora de dar uma ordem ou orientação, seja na hora de corrigir o comportamento inadequado, precisamos estar em harmonia com o céu.

“Os pais devem fazer com que seu próprio coração e vida sejam controlados pelos preceitos divinos, se desejam criar os seus filhos na disciplina e na admoestação do Senhor. Eles não têm autorização para se irritarem, ralharem e ridicularizarem. Nunca devem escarnecer dos filhos que têm perversos traços de caráter, que eles mesmos lhes transmitiram. Esse modo de disciplina jamais curará o mal. Pais, apresentai os preceitos da Palavra de Deus ao admoestar e reprovar vossos filhos obstinados. Mostrai-lhes um “assim diz o Senhor” como vossa exigência. Uma reprovação que vem como palavra de Deus, é muito mais eficiente que a que sai em tom áspero e colérico dos lábios dos pais.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 67

Que de seus lábios saiam palavras de bênçãos aos seus filhos.

Karyne Correia
Karyne Correia

Karyne Correia é mãe do Ben e madrasta da Isabela. Tem graduação e mestrado em Psicologia, formação em teoria musical, e se aventura no campo do artesanato e da costura.

2 Comentários

  1. Adriana disse:

    Amém! Deus seja louvado!

  2. sara nogueira disse:

    muito bom

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